DISTRIBUIÇÃO DE FLUXO LUMINOSO EM CONCENTRADORES BIDIMENSIONAIS SUBMETIDOS A ERROS ÓPTICOS

Manoel Henrique de Oliveira Pedrosa Filho, Olga de Castro Vilela, Naum Fraidenraich

Resumo


O conhecimento do perfil de distribuição de energia que incide em um absorvedor de um concentrador solar permite a realização de avaliações de desempenho, de diagnósticos de operação e possibilita a quantificação da energia absorvida. Por outro lado, os concentradores solares não são equipamentos ideais, estão sujeitos aos chamados erros ópticos que podem ser provocados por problemas no rastreamento e deficiências na superfície refletora. Este trabalho utiliza a solução analítica desenvolvida por Fraidenraich et al. (2013) para avaliar a sensibilidade de três geometrias de concentradores solares: calha parabólica com absorvedor plano e com absorvedor cilíndrico e o Fresnel com absorvedor cilíndrico; frente à ocorrência e a intensidade de erros ópticos de rastreamento e à qualidade da superfície refletora. Após as simulações, verificou-se que a qualidade do sistema de rastreamento deve estar ligada à qualidade da superfície refletora para a geometria de concentrador calha parabólica com absorvedor plano e tubular, ou seja, o investimento na qualidade destes sistemas permite elevar a quantidade de energia coletada pelo mesmo. A geometria de concentrador Fresnel com absorvedor tubular é mais imune à ocorrência de erros ópticos e de rastreamento o que permite afirmar que o investimento na qualidade do sistema de rastreamento e do sistema óptico não trará grandes ganhos de energia para o sistema.

Palavras-chave


Concentração solar, Concentrador cilindro parabólico, Perfil de distribuição de energia, Erros ópticos.

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