AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO SECADOR SOLAR NO PROCESSO DE SECAGEM DA MANTA DE MANGABA

Vanina Cardoso Viana Andrade, Iraí Tadeu Ferreira de Resende, Diego Lopes Coriolano, Amélia Gaia Nascimento, Renan Tavares Figueiredo, Odelsia Sanchez Alsina

Resumo


A utilização da energia solar para o preparo de alimentos é utilizada desde a antiguidade. Tradicionalmente os produtos são expostos ao sol, ao vento, a poeira, insetos e objetos estranhos. Para garantir a qualidade do produto e reduzindo a probabilidade de contaminação do produto, o emprego de secadores solares que utilizam a energia solar como fonte energética é uma Tecnologia Social vantajosa. O objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho do secador solar operando em diferentes temperaturas de secagem e verificar a qualidade do produto final analisando o teor de umidade e a quantidade de fenóis totais ao final do processo na manta de mangaba. Foi observado que para as mantas processadas em uma mesma temperatura de secagem, quanto maior a espessura do produto, maior é o valor final de fenóis na amostra. Portanto, podemos considerar que devido à incidência solar direta no produto o processo de secagem na parte superior da manta se dá a uma velocidade superior do que na inferior da manta. Entretanto, ao avaliarmos as amostras com a mesma espessura da manta, foi constatado um aumento na quantidade final de fenóis á medida que aumentamos a temperatura de secagem. Após avaliação das propriedades das mantas de mangaba, ao final do processo de secagem com diferentes temperaturas, espessuras e tempos de secagem, foi possível observar que a manta com maior quantidade de fenóis totais e menor umidade final do produto foi a elaborada com 100 ml iniciais de polpa a 70ºC. O secador solar proposto no trabalho permitiu obter um produto de qualidade nutricional.

Palavras-chave


Energia Solar, Secador, Manta de Mangaba

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