TESTES COMPARATIVOS DE ABSORÇÃO DIRETA DE ENERGIA SOLAR ENTRE NANOFLUIDOS DE PRATA E DIÓXIDO DE TITÂNIO USANDO UMA

Autores

  • Juarez Pompeu de Amorim Neto UFC
  • Ricardo Jose Pontes Lima UFC
  • Paulo Alexandre Costa Rocha UFC
  • Felipe Pinto Marinho UFC
  • Maria Eugenia Vieira da Silva UFC

Palavras-chave:

Energia Solar, Nanofluido, Parede Solar.

Resumo

O objetivo desse trabalho é avaliar a capacidade de absorção energética de nanofluidos utilizados em coletores solares. O trabalho avaliou dois tipos de nanofluidos, prata e dióxido de titânio (TiO2), através de experimentos realizados durante 16 horas de exposição por meio de uma estrutura de alumínio com absorção direta (parede solar). Várias concentrações foram testadas para os nanofluidos onde percebeu-se que quanto maior a concentração de nanopartículas imersa na água destilada, maior seria a temperatura medida, onde a prata alcançou um ganho de temperatura de 26% e TiO2 conseguiu apenas 5%. Outro fato analisado nesse trabalho foi a quantidade de energia armazenada pelo fluido (SER) durante os testes, onde o comportamento foi similar para ambos, mostrando uma boa resposta no início da incidência solar e logo depois se mantendo constante. Também foi analisado como a concentração influenciava em SER, onde uma maior concentração implicava em maiores taxas de energia armazenada. A taxa de absorção por unidade de massa (SAR) foi outra métrica de análise, onde o comportamento foi inversamente proporcional ao da (SER), sendo necessária uma análise conjunta para determinar a concentração ideal de trabalho para cada nanofluido. A prata se mostrou com melhorias a cada aumento de concentração, sendo necessário mais experimentos para determinar a concentração ideal, já o TiO2 mostrou uma tendência de estabilidade para SER e SAR em uma concentração de 1,45 ppm, sendo essa a concentração ideal de trabalho.

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Conversão Térmica com coletores planos - Sistemas Solares Térmicos: aquecimento de água, espaço e refrigeração